As drogas são injustamente sobrevalorizadas

Quando ouvimos um drogado a murmurar, percebemos que o seu único objectivo – a motivação que o mantém vivo – é a próxima dose que o manterá no circuito interno de persecução do objectivo. É um processo iterativo que termina com a morte ou com a destruição do próprio objectivo. No fundo, um drogado sai do círculo interminável de consumo desejando morrer, destruindo a sua única motivação. Neste segundo caso, só passando essa ‘morte’, saindo desse círculo, é que novos objectivos – como manter-se vivo – podem surgir.

Como é óbvio, estou a falar destes socialistas que procuram a próxima dose, a próxima injecção de dinheiro que lhes permita, derretendo-o, procurar o novo empréstimo, o novo parasitado que lhes permita manter o círculo do consumo.

Que ‘esta gente’ exista, não é surpreendente: os seres humanos sempre tiveram tendências auto-destrutivas. Que lhes entreguem a governação de um país é que é, no mínimo, estranho.

E ainda, se estas pessoas forem caracterizadas como “researches mainly in Economic History of the 19th and 20th Centuries, particularly, long term economic growth in Portugal“?

Ainda bem que não percebo nada disto.