Desbaptizar

Os maluquinhos que querem ser “desbaptizados” deviam considerar seriamente processarem os pais que os quiseram baptizar.

Por favor, não acabem com as tradições académicas

A praxe é a vida mas em fixe

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A praxe

A praxe é violenta, discriminatória, ofensiva e terceiro-mundista no sentido da redução do indivíduo a uma mera roda na engrenagem; mas também tem coisas más e são essas que quero agora abordar.

Com a praxe aprende-se a fazer o que nos mandam, o que é útil quando um jovem promissor nos manda abortar aquele pequeno deslize em casa do senhor arquitecto seu pai. Também se aprende a co-participar na gerência da dor, percebendo que quem manda é, por natureza, o que menos aptidões tem para estudar.

A praxe podia ser abolida mas, se fosse, acabaria por ser praxe ilegal realizada ilegalmente, uma espécie de coacção consentida mas não discutida, como os impostos ou a constituição.

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É isso mesmo, Sócrates.

O hetero- e o homoerotismo da praxe são inclusivos. Perante o dux (indivíduo que anseia o papado através do financiamento paterno de álcool), tanto se ajoelha o menino como a menina.

No caso concreto do Meco, admito conhecer poucos casos de praxe que consistam em passar fim-de-semana de gatas numa casa desconhecida desde o Salò o le 120 giornate di Sodoma. E por falar no filme, a minha cena preferida é a do casamento, mas isso sou eu que leio o DN regularmente.

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Um esclarecimento

Há aí umas pessoas, livres excepto no pensamento, que gostam de fazer acusações e/ou questionar sobre partir dentes aos outros. Está bem, é uma das vantagens da liberdade, dar azo à imaginação.

Dizem que desejava a morte de um deputado (o nome não interessa) português em Utøya, aquando do massacre perpetrado por outro grande democrata, um tal de Breivik.

A minha tendência arquivista permite-me desfazer o erro, o que não impede de se sentirem ofendidos. Enviei dois tweets com os seguintes textos:

  • Que desilusão. Achava que o XXXXXXX estava na ilha norueguesa mas ainda deve ser muito novo para esse tipo de actividades. (122 caracteres)
  • Se estivesse poderia relatar o horror que é um ajuntamento de socialistas. (74 caracteres)

Mau gosto? Provavelmente. Piada infeliz acerca da juvenilidade do tal deputado? Provavelmente. Piada horrível como as que se fazem sobre a ponte de Entre-os-rios sem com isso pensar nas vítimas e suas famílias? De certeza absoluta. Se calhar até ao nível de um episódio do Tubo de Ensaio.
Desejo que o deputado XXXXXXX morresse? Nem eu sou tão parvo assim.

E é tudo que tenho a dizer sobre este assunto excepto aproveitar a oportunidade para pedir desculpa à família das vítimas que se possam ter ofendido com esses dois tweets.

Pedido de esclarecimento

Dona Fabíola Cardoso,

Apesar de não ser deputado, não deixei de ler a sua pungente carta, já que a publicou aqui.
Estou a considerar o seu pedido para a co-adopção de duas crianças mas tenho algumas dúvidas que gostaria que esclarecesse:

  • Afirma que “estas duas crianças são fruto de uma relação lésbica”. Pode explicar como é que isso aconteceu? Resolveria o desejo de outras relações lésbicas em procriarem sem recurso a material genético de, digamos, gajos.
  • Qual das senhoras é reconhecida pelo Estado Português como mãe?

Atenciosamente,

Manuel Parreira

Isto anda tudo cheio de tricocéfalos

As pessoas andam nervosas e já se sabe que por muito menos que isso mataram o rei D. Carlos.

O stress causado pelo esforço permanente de caça-ao-gestapo no circuito fechado das aventuras amorosas refractárias do politicamente-correcto-sancionado geram sempre problemas mas, só agora se descobriu causarem homossexualidade.

Não sei se acredito nisso. Por exemplo, o meu primo Fagundes, na praxe, teve uma experiência heterossexual e não foi por isso que deixou de ser maricas. Não sei se é homossexual mas, pá, maricas é de certeza: preocupa-se com a blogosfera e com o que as pessoas dizem enquanto amola o berimbau suave multiplicador da alternativa à alternativa, a hiper-alternativa. É o establishment anti-establishment instalado, o que roça numa capital de establishment dos bons, um tropel do restolho esganiçado em permanente adelgaçamento de concas disponíveis para a fleima indignatória.

É a jota aziaga-mofinenta supra-jota ou co-cooperante que drógada de progresso não vê que o espelho inverte a imagem reflectida no tricobezoar do gato lambido.

Preste-se vassalagem.

Nota: este post é o mais claro de toda a blogosfera passada e futura.

Pela democracia, caramba, a democracia, pá

chega-de-ditadura-diz-nao-ao-referendo

Frases de ordem:

  • O povo é quem mais ordena! Diz não ao referendo!
  • Viva a democracia! Rejeita o referendo!
  • É preciso participação popular nas decisões políticas! Diz não ao referendo!
  • Chega de ditadura! Referendo, não!

Feliz Coisx

Desejo a todxs um(x) muitx Feliz Coisx na companhia dx vossx famílix e dxs pessoxs humanxs que vos amam.

Para memória de contribuintes futuros

Quem gostaria que o representasse em caso de holocausto?

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Quem gostaria que o representasse se fosse acusado de holocausto?

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