O direito inalienável à reprodução

Circula por aí uma acefalópode proposta que mistura alhos reprodutivos com bavaroise sexual-educante e forte travo de igualdade de género. Cheira a socialismo, tem textura de socialismo, a cor é socialista, sabe a socialismo, só pode ser bosta.

O “direito inalienável à reprodução”, a existir, implica o direito inalienável a ser reproduzido o que, a existir, implica que esta trampa há-de circular por aí durante mais tempo, o que implica que o meu direito inalienável a não ser confrontado com isto é alienado em prol do direito inalienável à imbecilidade.

Educação sexual é fixe mas depende da professora, portanto, sobre isso, nada a acrescentar. Agora, o direito de reprodução do Fagundes, perfeito deficiente mental, que ainda em 2011 votou em Sócrates e anda enroscado com o talhante que nunca lava as mãos para cumprimentar mesmo após fisting a um frango gordo, isso não. É que o direito inalienável da criança a não ser expelida por um ânus peludo por onde já andou o braço que entra no frango que se fricassa não é mais considerado que a coleira do poodle gay carapinhado à Marco Paulo em 1983.

Mas se acham mesmo que pessoas têm direito a adoptar, está na altura de adoptarem o Seguro como vosso inalienável líder. O que abrirá portas à co-adopção mas só até 60% do miúdo.