Nem li o Expresso mas li Z

Já leste o ExpressoBrochynziev, antes de morrer, deixou-nos uma obra que, pelo que se percebe nos média, será o guião do futuro; os tempos que se aproximam, futuro deste presente, passado de um futuro ainda mais longínquo, indiciam uma prevalência de constrangimentos que inibem circunstâncias que possam prevalecer sobre a determinação humana. Em Z, este último livro de Brochnyziev, o autor presenteia-nos com um ensaio em três páginas, cada uma composta de um caracter, de forma a chegarmos ao fim e termos lido WXU. Tal como em Finnegans Wake, se voltarmos ao início e relermos a obra, obteremos o texto total de WXUWXU, o que atribuí um duplo significado ao significado inicial após apenas uma leitura. O valor inicial é a experiência que o leitor trás antes da leitura da obra (ϧ), nesta função recursiva (ϫ) de multiplicador imenso Ϧ:

ϫ0 = ϧ

ϫn = Ϧ.ϫn–1+k

Não é de estranhar que ϫn= Ϧn.ϧ se k=0. E é isso que o autor nos tenta transmitir, que a história se repete, vezes sem fim, e isso. Agora com caracteres gregos:

γ0 = σ

γn = β.γn–1+k

Portanto, WXUWXU, o regresso do WXU, antecede ele próprio o WXUWXUWXU que anunciará o WXUWXUWXUWXU. Ou dito de outra forma, nem o velho morre nem o ∰wxu aumenta.