Às vezes também semeamos o que colhemos

BarbaraPor muito ridícula que seja a telenovela Carrilho/Guimarães para o público em geral, não duvido que se trate de uma tragédia familiar a desenrolar-se perante um público que nem deveria existir. A pior coisa que me poderiam fazer, quando me enervo, seria colocarem-me um microfone à frente. Sei que me arrependeria.

Por outro lado, às vezes gostamos de usar a imagem da família para coisas sem sentido, como publicidade e auto-promoção. Assim sendo, começa a ser difícil exigir decoro. Quem partilha alegrias arrisca-se a ver tristezas partilhadas.

Se os próprios vão tirar lições do caso, pena é que seja através do auto-sacrifício.