Um post sobre swaps e a tua mãe

A Armanda tem um corpinho escorreito, uma maravilha da natureza sob a forma de ampulheta feminina, a areia que escorre pela passagem dos vasos simbolizando o volume de la sangre em tensão testosterónica alheia.

Levado pela excitação de uma noite de verão sob o céu de Cádiz, estrelei o ovo que te gerou, a ti, esposa, no ventre materno da tua mãe, em omelete de paixão e pimentón de vera salpicada no mediterrâneo onde me perdi, na maresia do seu salitre maternal, abocanhando o mundo que te albergou.

Sim, dei uma queca à tua mãe, mas não é isso que importa. Quando casamos jurei fidelidade e continuo a cumprir: para mim a família é o mais importante. Importante é que tu, esposa minha, és culpada por não saber que afinal sabias, por teres estado na praia onde não te lembras de teres estado, enquanto eu, eu bombeava o teor incestuoso-por-afinidade na mãe supra-tu.

Centremos a questão no que realmente importa: houve sexo com a tua mãe, mas não houve amor. O que importa é demonstrar que tu sabias, mesmo que não soubesses, porque saber é mais importante do que não saber com quem estava eu a te by-proxy foder.