Sejam então muito felizes com a vossa infelicidade

Quando perdemos algo, que se afasta, deixando claro o caminho de ida, evidenciando que o fez pela ultrapassagem de limites, limites que nunca se estabeleceram, e porque não se reconhece a imoralidade latente que nos é imputada, sobretudo porque a propagamos, via contágio, a outros que nos são próximos, nomeadamente os que não se podem controlar, isto apesar da evidente vontade, mas que não vêem a imoralidade que só um via, afastando-se assim do perigo, como quem foge da janela para evitar a gripe, perdemos realmente alguém ou apenas percebemos o que nunca tivemos?