A verdade é equitativa à vontade de a criar

Há pessoas que duvidam das contas públicas, do défice, da dívida, da estagnação de uma década e absorção pelo estado de recursos que de outra forma estariam disponíveis na economia. Tem que se lhe diga, isto de duvidar de números, originando uma meta-conspiração que pretende epistologicamente validar teorias da conspiração. É o equivalente político da teoria de salvação da IURD encarnada no carisma da razoabilidade de um David Koresh. O new-age do raciocínio é bonito, tem flores e mamas sujeitas à gravidade equitativa mas, não alimenta mais que o ego relativista da permutação elitista dos factos pela ideia que estes podem vergar-se à elasticidade do nosso brilhantismo não equitativo.