Deixei este comentário no 5 Dias. Não me mandem para o Gulag

Também sonho com um mundo onde não há fronteiras de exploração do homem pelo homem, em que o humanismo e a valorização da vida humana permite a dignidade de todos os seres humanos, sem patrões ou funcionários, uma comunidade de vida e paz e compreensão, como prevista nessa experiência abortada do saudoso Enver Hoxha, permitindo a todos os proletários a posse dos bens essenciais como comida, papel higiénico, um Porsche clássico e iPads do povo.
Cumprimentos ao Gil Garcia e ao Pinto Balsemão.
Link do post. Link do comentário (aguarda moderação).
Adenda: Obtive resposta do António:
Vejo que andou a vasculhar o meu currículo e o da Raquel, mas posso garantir-lhe que não tenho (nem tive) nenhum Porsche, nem clássico, nem sem ser clássico. Há uma pessoa que assina com o mesmo nome que eu que tem um, sim. Já tinha dado por isso. E, já agora, o iPad da Raquel era emprestado. Sabe, nós, os esquerdistas, emprestamos coisas uns aos outros. Mas e se fosse dela? O colar que ela usa é dela. E fica-lhe muito bem. As ideias que você usa, que também me parecem emprestadas, é que não lhe ficam nada bem. Fazem-no parecer burro.
Deixei como resposta:
Obrigado, António. É um colar de pérolas? Igual a este?

Espero que os pescadores de ostras ganhem acima do salário digno para que quem o usa não pareça burro.