Quando eu não entendo os diálogos

Eu: Exercício 1 – identifique a seguinte falácia: Quando há falta de água, a solução é gastar mais água, para fomentar o seu ciclo.

O outro: falemos de barragens…

Eu: Falemos, sim. Há aí depósitos de dinheiro que eu desconheça?

O outro: falemos de offshores…

O terceiro: Barragem é nome de código para corralito não é?

Eu: E a sua relação com Barrela:pt.wikipedia.org/wiki/Barrela

O outro: sim. falemos de coisas sem nexo …

Eu: quer acabar com offshores e eu digo coisas sem nexo?

O outro: quem falou em acabar ? reler tudo e tentar novamente…

Eu: Falemos de offshores.

O outro: pois. extrapolar dai para acabar é forçado

Eu: Offshores existem. Qual é a proposta para colmatar a falta de água na barragem?

O outro: não é nas barragens que falta… é nos canos até às torneiras

Eu: Como fazer isso?

O outro: “isso” o quê ?

Eu: Fazer com que os canos tenham água para chegar às torneiras.

O outro: fechando as torneiras até à barragem extravasar e o desperdicio fazer baixar o valor…tem sido sempre esse o caminho

Eu: O valor nunca reduziu com escassez. Se eu tiver água até a vou proteger bem, até à desidratação de pelo menos metade da malta.

O outro: eu nao disse escassez. Disse desperdício! Ahahah é favor largar os prédio-conceitos ou começar a tomar os remédios 😉 [Adenda, faltava no diálogo inicial, agora já se entende]

O outro: desde o inicio da conversa, cada coisa que eu disse foi lida de forma oposta :) dava um case study

Eu: E o que é que *disse*?

O outro: é ir ler. Foi o oposto a tudo aquilo q foi transcrito