O ensino em Portugal é a ferramenta do livrinho vermelho

Não há uma única pessoa que saia da escola pública com capacidade de compreender o 25 de Abril, a Revolução Francesa, a União Soviética, qualquer guerra do século XX, autocracias, teocracias e burroburocracias. Descobrir o flagelo do socialismo só por conta própria e contra tudo que seja a papinha sancionada.

Mais não se pode esperar de um país de corporações (sim, incluí sindicatos), associações profissionais e sanguessugas; bicharada em geral incapaz de tecer paralelos entre a sua própria casa e a gestão de um condomínio, quanto mais de um país.