Nazis ao poder!

O termo “nazi” está muito depreciado. Tudo isso por causa de uma mera experiência que correu, vá, menos bem. Vamos abandonar uma ideia tão bem pensada só porque as coisas correm mal à primeira? Não entendo porquê. Nós até temos partidos comunistas e, bem, a contabilidade de “menos bem” é-lhes muito pouco favorável.

São esses, os comunas, e os outros, o do socialismo moderno. Décadas de investimento público, pimba, bancarrota. Estamos agora na 3ª intervenção do FMI em menos de 40 anos. É preciso ser muito estúpido. Para quê tentar novamente? Está mais que visto que a coisa falhou consistente e sistematicamente. O que nunca falhou em Portugal foi o nazismo. Era de experimentar, não? Quer dizer, ao menos tenta-se algo de novo no país que consistiria em:

  • Sair do euro;
  • Fim da austeridade;
  • Sentimento de raiva dirigido a europeus altos e branquinhos, preferencialmente alemães numa primeira fase mas sem discriminar dinamarqueses e outros seres inferiores; Labregos que não evitaram que saíssemos do euro;
  • Política baseada em documento que se segue à risca: chamemos-lhe Mein Konstitution; Estes teriam um tribunal próprio;
  • Ouvir e admirar a superioridade intelectual do Coiso;
  • Grandes paradas de jornalistas e opinion makers no 1 de Maio;
  • Recuperação da agricultura e parque industrial nacional, sem interferência de imperialistas externos; O apogeu da batata;
  • João Galamba nas finanças e Fernanda Câncio na ERC.

Tenho ou não razão? Queremos nazismo já!