Limitação de mandatos para opinion makers

Pronto, alguns ingénuos dirão que opinion makers não são mandatados. Sem entrar em tecnicalidades desnecessárias, estas limitações aos actos democráticos são sempre um pouco tontas, como se demonstrassem ser necessário proteger os eleitores inocentes das escolhas erradas.

E os opinion makers? Os tipos que dizem umas coisas e originam uns “eu gosto muito de o ouvir falar“? Não deveríamos limitar o acesso de opinion makers aos meios de comunicação (talvez até tirar-lhes a internet, só para ter a certeza)?

Ás vezes penso que reflectimos muito pouco. Mas depois desisto e vou ver televisão.