Brochnyziev nunca foi ultraliberal, seus calhordas

Há aí gentalha, sim, ralé, aves rapinas culturais, essas poias de trigo regurgitadas que se apropriam de Brochnyziev como se da ADSE se tratasse. É preciso criar uma narrativa diletante sobre toda a história da literatura para conseguir encaixar, com fricção à toa, o célebre adágio “sem unto me besunto” em bandeira ultraneoliberal fascisante, seus calhordas.

Quem não conheceu em primeira mão as condições sócio-psicológico-metafísico-económicas de Kiskunfélegyháza em 1963, não deve andar aí a inventar inverdades narrativas sobre a vida de emigrantes pobres dos subúrbios de Baýramaly. Estes filhos de meretrizes julgam que todos nasceram à porta da casa de fados do Bairro Alto, em berço de trampa, como eles próprios.

Brochnyziev teve o primeiro Morris Mini já aos 26 anos de idade, seus penes. É com extrema pena que tenho que repor a verdade sobre este assunto, que anda agora nas bocas do Luís Delgado e outros que tais. “Sem unto me besunto” só pode ser honestamente interpretado como uma denúncia do deleite pela imersão em banha, derrama de mergulho, banho de inundação. Cópula-se. Só não entende quem não quer ou quem gere casas-museu de escritores portugueses mortos. Estas gajas nem para governantas dos sapatos da Câncio serviam.

É o lince ibérico e a barbatana de tubarão e o pénis… Ide-vos mas é todos coitar ou abetumar com geleia de aloé-vera, carraças do regime. Brochnyziev é para ser respeitado, não é para vos andar na boca, aí, em contacto com os outros excrementos com que esfregais os dentes. Não percebeis da poda, dedicai-vos a esfregar a ervilha, que é o que as gajas a sério e sem doenças fazem. E tu, sim tu, o bode que me envia telegramas de crescimento e mais tempo e sei lá o quê, tu aprende mas é a agradecer existir um Brochnyziev que já teve no 9 da escala de austeridade. Um 9. É inconcebível o que este homem sofreu para as vossas mentes podres.

Viva o Brochnyzievismo!