Brochnyziev nunca esteve perdido na selva

Brochnyziev, sapiente metafórico de alegorias trauliteiro-mistificadoras, nunca se perdeu na selva de cinco euros expelidos, quais jactâncias baleares, por próteses bélicas anexas aos recos.

Berlim Paulopintal

Berlim Paulopintal (foto Parreiral, sujeita a protecção copyrightal, Berlim 2001)

Mais, Brochnyziev, conhece os motivos paulopintais após expedição na savana berlinense, preciosa exploração de minério marcado com Marcos pré-eurais já pós ECU-sais. Serão, pois, motivos hibernais, de períodos pós-eleitorais, em que os Coisos que tais, não convenceram os animais, que afinal são iguais aos pais; digo mais, pensais que libertais, com comentários anais, frases “são todos iguais”, excepto os de dívidas abissais, por isso amuais, como colegiais, em grupo de comensais, onde sóis boçais, achando-vos bestiais, quiçá imortais, defeitos fatais, até os principais, de Estados Sociais, ao qual vos sindicais, perdidos nos ramais de cenas superficiais, até sensuais, já que os tribunais, onde residenciais, são só serviçais de estados horizontais.