Ai filha que eu influencio-me com estas coisas, vê lá tu!

Não mencionem a guerra!

Não mencionem a guerra!

Cambada de coninhas. Mas qual é o mariconço vidrinho de cheirinho com mamas de porcelana cagante de ovos Fabergé que se deixa influenciar e (vou sublinhar: e) é juiz do Tribunal Constitucional?

Ui, não digam dessas coisas que me derreto todinho“? “Ah, estão a pressionar-me, estou a ser oprimido, pára, sua gája“? “Ai que eu não sou como as outras, sou especial e muito delicada“? “Sua estúpida, anda cá“?

É por estas e por outras que é preciso parar de opinar sobre merdas como a queda do governo: o Presidente pode influenciar-se, coitadinho. Ou, já agora, sobre a obrigação dos nazis pagarem aqui as continhas, não vão as perninhas deles tremerem.

Mariconços. São todos mariconços. Que larilice de cagarolas panascas.

Nem me façam falar mais sobre isto que posso perder a compostura (ou influenciar alguém, coitadinho).