Pharmácia é transviado

Deixem-me em paz. Eu não acordei ortograficamente nada.

(foto com direitos reservados de Jan Tik)

 

Se eu continuar a escrever pharmácia, os brasileiros e africanos percebem o significado? Talvez não. Talvez a presença de “pharmácia” torne incompreensível o seguinte texto:

 

Dançando anujá com sinhá Lyonce enquanto o omó, assistindo e tocando já sobre o som do ingono, em efum com banquete de dengué e ecuru que afasta o balé e sua mandinga pela bambá e ecu. Após o rum, o roncó. Eó da ori após o orô. Ao som do jeguedé coloco o kelê. Despacho não é coisa de pharmácia, não.